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boas vindas ao priminho mais novo
chegado, mas sem ter saído da magia alfacinha. a misturá-la aos bocados com os pássaros que passam à frente da casa, os casais de louros que voam contra o sol, a tirar depressa a música religiosa que passa na rádio, a pôr depressa royksopps, nitin sawhneys, hirds e burakas soms sistemas, em shuffle. a entrar devagar. tranquilo. a planear passar as duas semaninhas de port au prince a fingir que esta é uma europa tropical.
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ontem à noite aprendi que: 1) o yasmin é simpático; 2) o guilherme está um palito; 3) ver para crer.
como convém. you! don’t drink and write. o tempo está bom, lisboa também. (pronto, é só sobre o tempo. escapa)
Há muito que não via Portugal sem ser nos cachecóis do euro, nas t-shirts da selecção, nos bonés, nas camisas dos polícias, nas bandeiras embrulhadas nos postes, sempre tudo com pouca perda de tempo no fabrico.
Mas hoje o vento não estava a favor. a calmaria até cheirava a rosas. Bela passeata, gracias.
ir às tantas da noite comer pastéis de nata e bolos de arroz ao cimo da rua luis de camões
Falamo-vos hoje de um concerto de Kassin + 2 que ontem aconteceu num espaço conhecido por Santiago Alquimista. A música era agradável e acompanhou bem o exagerado consumo de vodkas tónicos. Parece que eles cantavam em brasileiro, mas isso não vos vamos poder assegurar porque a atenção, da nossa parte, estava voltada para os restantes membros da comitiva que nos levou até lá.
O serão agradável pedia um final especial, motivo que nos encaminhou para o galeto. Terminámos a incursão pelo cenário cultural alfacinha em condições baixas de sobriedade, seja no que diz respeito à física e ao equilíbrio seja no que diz respeito à coerência do discurso.
Hoje de manhã encontrámos os eurónios bastante preguiçosos, muito longe de produzir um trabalho fluido, mas ainda assim a relembrar-nos de partes de conversas e – meu deus – a perguntar onde é que foram parar tantos euros que ontem nos enchiam a carteira. Mais, os eurónios doíam-nos.

